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O sofrimento da separação é maior do que o sofrimento no casamento!

  • Posted on abril 2, 2020 at 22:58

Eu vou contar uma experiência pessoa, o que não significa que terá o mesmo efeito para todo mundo, mas pode ser útil a você.

A mais de 9 anos atrás, após eu ter saído de um noivado no qual eu estava com uma pessoa que foi a única pessoa que eu conheci que eu sentia que me amava, mas aquele noivado acabou-se, pois uma pessoa que a garota tinha como pai disse que nosso noivado não era de Deus, e ela como tinha ele como pai resolveu largar de mim.

Eu fui fazer tratamento psicológico, ela saiu da igreja e foi viver a vida com uma pessoa por nome ignorado.

Após ter feito o tratamento, me sentir bem, eu resolvi mudar e ir para uma cidade na qual eu tinha me mudado para lá, mas quando me mudei ao chegar na cidade eu vi que eu não estava preparado para morar lá, mas eu precisava de uma nova vida, reconstruir, eu me mudei, sem esperar em encontrar uma mulher, eu estava feliz, mas queria fazer algumas mudanças na minha vida.

Naquela cidade, embora sozinho eu não procurava uma pessoa para casar, mas aconteceu que várias garotas se interessaram em mim, dentre elas uma em especial que é minha ex-esposa, ela ficou com ciumes de tudo, e começou a dá em cima de mim.

Eu vendo aquela situação que nunca me aconteceu, pensei: Poxa eu sempre estive do outro lado da moeda e as mulheres nunca me deram uma oportunidade nem para conhecer elas melhores, porque não dá uma oportunidade a uma delas. Então eu precisava tomar uma decisão de qual escolher para dá esta oportunidade, e escolhi minha ex-esposa.

A história aqui começa a 9 anos e alguns meses atrás. Quando fiz a escolha (ao invés de pedir orientação a Deus antes), eu escolhi, e depois de escolher eu fiquei pensando se minha escolha seria a certa. Orei a Deus pedindo orientação, e coloquei um propósito de não beijá-la até noivar e isso seria a confirmação que eu precisava para casar e que esta era a escolhida.

Numa terça feira, dia internacional da mulher eu chamei ela para ir a uma pizzaria, foi ela, um amigo, a prima dela e eu, comemos, na saída eu pensei que ela ia conversar comigo, mas não, ela me beijou, beijou de tal forma que eu pedir o fôlego e comecei a beijar o pescoço dela para conseguir respirar.

Meu amigo disse: Nossa! Que desentupimento de pia hein?! Eu ri.

Começamos a namorar exatamente naquele dia, eu ignorei o sinal que pedi a Deus, mas prossegui. Eu então um dia fui na casa dela, chamei ela para conversar, ela só queria saber de desenhos e novelas. Ela me falou: Conversar o que? Eu disse: conversar sobre nós, o que pretendemos para o futuro. Ali estava uma mulher que cantava na igreja, gostava de organizar os eventos da igreja, mas conversar não era com ela, saiu da igreja era só desenhos e novelas. Eu larguei dela naquele dia.

Quando larguei dela, ela sumiu, desapareceu, ninguém sabia dela, nem os parentes, nem amigos, depois de aproximadamente 3 (três) meses ela aparece, diz que foi morar na casa de uma conhecida na capital, resolve me ligar para conversar, e conversou algumas vezes comigo. E eu pensei: Nossa! Voltou mudada, acho que podemos ter um futuro junto.

Uma bela noite, por volta das 20 horas, ela apareceu em minha casa, triste, chorando, reclamando de todos os parentes dela e perguntou se podia passar aquela noite ali, sem pensar eu disse que sim, eu só vi uma mulher aflita na qual eu quis socorrer, mas não pensei que eu só tinha uma cama de solteiro para dormi.

Ela entra, conversamos um pouco, ela começa a se esfregar em mim, isso durou até entre 3 e 4 da manhã, quando eu não resisti. Eu ficava pensando: Não posso, eu não posso fazer isso, temos que casar. Ela me dizia: Vamos casar, não tem problema, vamos fazer que casamos, e fica tudo bem. Eu cedi, e praticamos sexo antes do casamento. Naquela noite ela me disse: Quando nós casarmos eu vou querer 7 (sete) vezes por dia.

Eu peguei o telefone depois que ela foi embora pela manhã e liguei para um amigo e disse a ela: Eu não vou da conta dessa mulher não, se eu conseguir 3 vezes por dia é muito.

De vez enquanto ela ia me visitar, arrumava minha casa, lavava minhas roupas, lavava as louças e eu ficava pensando: Nossa! Ela faz tudo isso antes de casar? Quando casarmos irá ser uma boa mulher. Eu decidi casar.

Mas foi quando alguns parentes dela disse para eu não casar que eu sofreria, os amigos dela, exceto a melhor amiga dela que não falava nada, só dizia que eu não ia aguentar a mulher na cama porque ela gostava muito etc.

Lembro-me de uma amiga dela e minha, que chamou nós para conversarmos, então fomos minha ex, a amiga dela e minha, o marido da amiga dela (que também é meu amigo) e eu. E a amiga disse para mim: Você irá sofrer muito, mais muito, esta mulher irá te dá muito trabalho, não tem quem aguente ela, mas só você na vida dela para ajudar ela mudar, só você tem esta força para conseguir fazer ela chegar no trilho.

Eu nunca entendi (até o dia de hoje), o que ela realmente quis dizer (claro, ficou óbvio que eu ia sofrer, mas porque ela falou isso? não sei).

Voltei para minha cidade onde decidi me casar com ela, minha mãe conheceu ela por alguns dias e disse: Meu filho não case. Eu respondi: Mãe eu vou casar, eu não dou conta mais de ficar longe da igreja, se eu não casar eu não consigo mais permanecer dentro da igreja, porque das outras duas vezes que cometi sexo antes do casamento e me confessei, foi muito pesado, eu não consigo suportar carga dobrada disso novamente. Ela é a minha passagem para o inferno ou para o céu mãe. Para o inferno porque eu posso desandar muito e acabar com tudo, e pronto, ou para o céu, porque eu irei sofrer de tal forma que eu irei me converter de verdade. (Eu não estava dizendo que ela salvava, ok? E nem que ela tem poder me mandar para o inferno, creio que ficou claro.) .

Não escutei minha mãe, que quase chorando falava para eu não me casar. Casei, com poucos dias começaram as brigas entre ela e minha esposa.

Quando casei, não tinha mais sexo, não tinha mais uma pessoa que arrumava a casa e nem tinha uma pessoa que queria sair para trabalhar. Embora paguei diversos cursos para ele se profissionalizar, comprei tudo que precisava para ela abrir o salão dela, ela diz que não tinha clientes porque não conhecia ninguém, se voltasse para a cidade dela ela ia ter, então colocamos tudo no caminhão e fomos. Então ela deixava o salão fechado, nunca abria, quando abri era por alguns minutos e fechava.

Eu comecei a construir naquela cidade, ela fechava o salão e queria ficar lá na obra o dia todo, eu dizia para ela que não ia ter clientes, mas ela não me escutava, então passei a fazer a massa, e ela levava para mim e para os outros pedreiro que eu tinha contratado. Eu estava aprendendo a construir, estava pagando para aprender e para que eles fizessem também para adiantar. Ela me ajudar na construção foi muito bom (descartando o fato que o salão ficava fechado).

Um belo dia brigamos e resolvi largar ela e disse: Não te quero mais, ela começou a se entornar e passar mal na mesma hora, ficava tremendo no chão. Eu fiquei pensando: É fingimento? É Real? É por causa da carne de porco que ela comeu? É psicólogo? De qualquer forma na dúvida eu tratei como real, e levei ela no médico, mas ficamos ali um bom tempo, parentes aparecendo etc. Eu peguei a moto, e fui levar ela no hospital, e ela parecia que só piorava. Eu pensei que o capacete pesava e fazia ela entortar mais a cabeça, então tirei o capacete dela, ela continuou, eu pensei: Será o frio? Tirei minha camisa, fui sem camisa e coloquei a camisa no pescoço dela para esquentar, mas ela não melhorava. Chegamos no hospital, ela ruim, eu fiquei olhando e pensei: poxa isso é só psicológico, então falei para ela: Eu não vou te largar. Então ela sarou na hora, mas mesmo assim ainda foi ao médico, nós já estávamos lá.

Um belo dia estávamos na igreja e o pastor começou a falar da Bolívia e do custo de vida lá, eu fiquei pensando: Pocha o pouco que eu ganho neste país eu teria uma vida de rei, e ainda conseguiria fazer uma faculdade, fiquei calado, ela então abre a baca e me diz: Vamos mudar para lá?

Por motivos ignorados, resolvemos mudar, depois saímos de lá, fomos para minha cidade natal novamente.

Eu ia trabalhar, ela ficava assistindo novelas, não fazia nada em casa, eu chegava para o almoço, uma ou duas vezes por semana tinha comida, das outras vezes eu tinha que ir almoçar no restaurante ou fazer, ou esperar ela fazer. Brigamos por causa disso, porque ela ficava assistindo novelas e depois inventava que estava doente, ela transferiu a culpa para mim, dizendo que eu amava mais o trabalho do que ela, de fato eu gostava daquele trabalho, pois era uma oportunidade que nunca tive antes, então pedi conta no trabalho.

E as brigas nunca pararam, e sempre ela transferi a culpa para alguma coisa ou a falta de alguma coisa como geladeira, mesa, jogo de panelas etc. E eu então para parar as brigas ia comprava e ficava pagando juros para bancos, pois comprava no limite do cheque especial, pois eu não tinha condições de comprar, embora eu falava para ela: Vamos esperar 1 (um) ou 2 (dois) meses, pois ai eu já paguei tal coisa e posso comprar a vista, mas ela dizia não: Compra agora ou vou embora, eu comprava.

Passado algum tempo, fiquei sabendo de um programa do governo chamado “pronatec” e eu me candidatei a alguns cursos, e uma deles que fiz foi de Libras (como eu amo libras), mas passado um tempo, ela briga comigo, dizendo que amava mais o curso do que ela, porque eu não atendia ela durante a aula do curso, então resolvemos lagar. Mas eu falei para ela, olha, vamos fazer o seguinte: Não temos filhos, então fica ai mais alguns dias, que nós divorciamos em alguns dias, pois não temos filhos e quando falei isso, também pensei: Faz também o seguinte: Faz um teste de gravidez para ver se você também não está indo grávida para lá. Ela aceitou.

Eu comprei um teste de farmácia, era em um sábado então coloquei o teste em uma gaveta sem ela saber, e ia dá para ela fazer o teste, mas de alguma forma ela pegou o teste e fez sem eu saber, e quando acordei ela já tinha mostrado o teste como positivo, que estava grávida, eu achei que ela tinha fraudado, e falei: Olha como já tínhamos combinado de você fazer o exame de sangue, vamos esperar até segunda, assim temos certeza.

Na segunda feira, a primeira coisa do dia, fomos para o laboratório, ela fez o exame e ficamos lá esperando o resultado. O resultado saiu, positivo, eu me acabei ali, fiquei muito triste, pois diante das minhas condições financeiras da época eu não podia viajar mais de 1500 km para ver minha filha, eu pensei: Jamais vou conhecer ela, (eu não sabia ainda que seria menina).

Então minha ex- me perguntou: Você quer que eu fique? Eu disse: Nunca quis que você fosse embora, ela respondeu então: Então eu fico.

E as brigas não paravam, um belo dia eu resolvi escutar um amigo meu, o único que me dizia: O que você pode fazer para melhorar a vida de sua esposa? Porque as demais pessoas só diziam: Ela está errada. Eu resolvi escutar ele um dia e pensei: Acho que vou agradar ela, eu não tenho nada a perder. Se eu começar a trabalhar e fazer tudo em casa e ela não fazer nada e não trabalhar, não fará diferença, pois se ela ir embora eu tenho que fazer.

O que pode acontecer? Bom, pode acontecer dela gostar e nunca fazer nada.

Pode gostar e ver que eu amo ela e não estou com ela só por causa de sexo e começar a fazer

Pode se sentir ofendida e nós largar e eu vou ter que fazer do mesmo jeito, então dá na mesma.

Assim então fazia, parei de reclamar e comecei arrumar a casa e trabalhar.

Naquele tempo, das poucas vezes que ela trabalhou, ela estava trabalhando em um mercado, e um belo dia ela disse que estava morrendo de dor de cabeça e não ia trabalhar, eu disse: Dor de cabeça, toma um remédio, agora imagina se todo mundo que tiver dor de cabeça não for trabalhar? Ela foi contrariada, ela não queria ir, eu morava no fundo da casa da minha mãe, enquanto passávamos pela janela da minha mãe, ela xingou minha mãe.

Quando cheguei no serviço dela, ela bateu o capacete na moto, me maltratando e eu disse: Eu não virei te buscar para você aprender.

Ela fez de conta que entrou para trabalhar, foi ao banco sacou dinheiro e foi embora. Quando fiquei sabendo, ela estava longe. Eu chorei, chorei muito, pensando novamente: Eu não vou conhecer minha filha.

Mas passado um tempo me conformei que não podia obrigar ela a ficar e que seria melhor ela ficar livre, e viver como gostaria, mas chorava por causa da minha filha.

Passado algumas horas ela me liga dizendo que passou mal no meio do caminho e que estava com medo de ter perdido nossa filha, eu disse: Você tem dinheiro ai que você sacou no banco, se não estão te atendendo direito no hospital como você fala, vai em um particular, conversa vai e conversa vem eu notei que ela na verdade nem tinha passado mal, mas inventou pois estava arrependida, então fui buscá-la. Pedi o carro do meu primo emprestado, minha mãe disse que não deixaria eu ir sozinho pelo estado emocional que eu estava, ela pensava que eu iria bater o carro, mas eu estava bem, porém deixei minha mãe ir para tranquilizar ela. Dormimos na casa de uma pessoa que estava no hospital e que ela conheceu.

Hora que fomos dormi ela me pediu desculpas por tudo, eu disse: Tudo bem, e não falei mais nada.

Chegando em casa no outro dia, ela tornou a me pedir desculpas e eu novamente disse apenas o que disse da outra vez: Tudo bem!

Ela mudou um pouco, depois de meu exemplo de arrumar a casa e de não brigar com ela, eu comecei a buscar agradar ela mais ainda.

Diga-se de passagem, depois de um tempo fomos morar naquela cidade na qual ela diz que passou mal.

Mudamos novamente de cidade, e fomos para em Curitiba, onde minha vida começou a mudar, comecei a comprar as coisas a vista, e justamente quando comecei a comprar as coisas a vista, ela resolve fazer uma loucura. em 2015 passamos os dias 5,6, 7 e 8 de setembro, numa boa, tivemos sim, apenas uma pequena discussão naqueles dias, mas passou e logo passamos os demais dias bem.

Mas no dia 9 de setembro, quando eu saio para trabalhar, ela vai me dá um beijo de despedida, eu me senti mal, foi como se aquele beijo dissesse: Eu vou embora e não volto mais, eu já tive outras vezes aquele pressentimento, pois não tinha sido a primeira vez que ela me deu um jeito igual e não queria mais voltar ao fazer uma viagem. Eu fiquei pensando: Passamos tão bem estes dias, eu só posso está enganado, ela não vai embora. Mas ela foi, enquanto eu trabalhava, ela pegou minha filha e foi embora.

Eu ligava enquanto trabalhava para ela, pois sentia que ela estava indo embora, e fiquei monitorando a conta bancária, quando vi que ela sacou o dinheiro, meu mundo desabou, era próximo ao almoço, pedi para ir embora, fui atrás dela, não achei. Ela pegou um voo. Eu voltei para casa, morávamos em uma kitnet, a noite uma das vizinhas me falou: Olha ela disse que vai voltar, que só queria ver a avó dela, mas que sabia que você não ia deixar. Ela deixou um bilhete, bonito se não fosse trágico, naquele bilhete dizia que me amava e pedia desculpas, mas não dizia que ia voltar.

Eu pensei: Nossa que bilhete, guardei por um bom tempo, até que um dia vi na internet a mesma coisa escrita que tinha no bilhete, foi quando joguei fora e perdeu o sentido para mim.

A quase 9 anos juntos, brigas constantes, ela não trabalhava, não queria saber de estudar, não queria saber de fazer nada em casa, não queria nada, só dormi, comer, sair, passear, viajar. E eu não podia dizer para ela que tinha dinheiro guardado, que tinha uma quantia que estava querendo comprar uma casa para nos, ela sempre dava um jeito de arrumar alguma coisa para gastar, eu comecei a ganhar muito bem, teve uma época que comecei a trabalhar 16 horas por dia, e a época que eu mais saia com minha família, mas eu sentia que eu estava perdendo minha família, então analisei quanto eu ganhava e quanto eu precisava para pagar as contas e as dívidas das quais eu era avalista (uma outra história para outra hora). E pensei: Não preciso disso tudo, vou diminuir a quantidade de horas trabalhadas, encerrei alguns contratos com algumas pessoas, e acabou que os que escolhi para continuar o projeto acabou e me dispensaram etc.

Passei um momento apurado, não importava minha situação ela sempre queria mais, fui ficando esgotado, eu procurava dá atenção para a família e ser responsável, mas tinha uma esposa que não queria nenhuma responsabilidade, nada de sexo (eu cheguei passar 60 dias sem sexo), nada de fazer comida, quanto mais ela ficava sabendo que eu ganhava, menos ela fazia alguma coisa dentro de casa.

Eu tentei muitas coisas, e resolvi tentar palavras duras (eu confesso que não recomendo isso, mas eu tentei), eu tentei depois de ter tentado diversas formas de conquistar a minha esposa para lutarmos juntos. Não era a questão dela ser empregada, era a questão de enquanto eu fazia alguma coisa ela fazia outra para o bem de nossa família, mas ela fazia do jeito dela, almoço as vezes as 16 horas, eu falava: Olha se não faz por mim, nem por você, faça pelo menos por nossa filha, 16 horas uma criança comer? Por diversas vezes isso iria acontecer eu acabava indo a um restaurante para que não vesse minha filha com fome, e com certeza íamos toda a família.

O dia que ela resolvia ir no médico não tinha comida em casa, por mais que eu falava para ela: Deixa as coisas organizada ou prontas para manhã já que você vai ao médico, assim dá tempo de fazer, ela não me ouvia. Na verdade qualquer coisa que eu falava com ela, durante os 9 anos, ela sempre fez o aposto do que eu queria. Lembro que aniversário após aniversário meu eu dizia para ela: Eu não quero festa surpresa, e ela fazia. Eu brigava, no outro ano a mesma coisa, brigava, no outro ano se repetia.

Não tinha nada que eu pedisse a ela que era feito, não tinha nada que eu gostava, eu tinha momentos de felicidade, momentos apenas, mas não posso dizer que passei um dia todo feliz ao lado dela.

E voltando a parte que comecei a dizer palavras duas, um dia eu disse para ela, você prefere fazer as coisas na igreja, mas em casa você não faz nada. Um dia ela ficou ajudando na cozinha da igreja e eu queria muito vir para casa, eu chamei ela diversas vezes, e nada, então falei: Ou você vem agora, ou estamos divorciados. Ela não veio, um irmão me chamou para conversar, eu fui conversar com ele.

Depois ela veio, mudou um pouco por pouco tempo, passados alguns dias, eu tentei outra palavra muito, mas muito dura (não façam isso), eu falei: Olha eu vou colocar outra mulher nesta casa, já que eu não tenho uma esposa, não tenho uma companheira etc. Isso foi dia 3 de fevereiro eu falei aquilo, mas quando eu falei aquilo embora eu estava procurando uma empregada doméstica, ela entendeu outra coisa (e eu falei para ela entender outra coisa mesmo), ela resolveu ir embora.

Então ela deixou eu e minha filha, minha filha só chorava, com alguns minutos, eu acalmei minha filha, sai com ela, brincamos e ela ficou bem.

Minha ex começou me mandar mensagens, dizendo diversas coisas e eu disse: Olha nossa filha te ama, vou comprar um celular para ela para você poder ligar para ela a hora que você quiser, não deixe de ligar para ela. Se você precisar de ajudar me avisa, eu te ajudo, não vou deixar você desamparada.

Ela estava em um hotel na cidade e dizia: Eu vou voltar para minha cidade. Eu disse: Precisa de ajuda? Precisa de dinheiro? Eu te ajudo. Ela respondeu: Você sabe que eu não tenho dinheiro.

Passado algumas horas ela me aparece na porta de casa com quem que queria despedir de minha filha. Ela ficou conversando com minha filha durante alguns minutos na sala e resolve me chamar.

E ela disse que queria ficar por nossa filha, mas que era para eu contratar a funcionária na qual eu tinha mandado um print de uma conversa para ela, mostrando a conversa que eu tive algumas horas antes dela ter ido embora, onde eu procurava saber quanto de encargos eu iria pagar para poder contratar uma funcionária, ela me disse, eu disse: Acho que será o único jeito de acabar com as brigas em casa.

Eu disse a Ela: Se você quiser ficar é sem empregada, o máximo que eu posso fazer é contratar uma diarista para te ajudar uma as vezes até duas vezes por semana, pois não justifica termos uma funcionária se você não trabalha fora.

Ela fez um punhado de exigência para voltar, eu disse: Se quiser ficar não terá nada disso.

Ela resolveu ficar, mesmo eu falando que não iria ceder em nada, só cedi na questão da diarista embora ela queria uma empregada doméstica todo dia em casa.

Eu também disse para ela: Olha, nós brigamos de mais, nós brigamos até para fazer um culto diário em casa, se você quiser ficar temos que colocar Jesus nesta relação, porque se não colocarmos Jesus na relação, este casamento dura mais um dia, ou dois dias, uma semana, um mês, ou até um ano, mas não passa disso. Bom, ela ficou, mas ela não quis colocar Jesus no casamento, um mês e 4 dias depois dia 7 de março, nos separamos. Neste dia após discussão eu perguntei a ela: Você quer lutar pelo nosso casamento? Pois eu estou cansado de lutar sozinho.

Ela disse: Se eu dizer que não ou se eu dizer que sim? Eu perguntei novamente: Você quer lutar? Ela tornou a repetir a pergunta, eu disse: Olha vou facilitar para você, pois você talvez pense que eu não quero lutar, eu quero lutar, você quer? Ela disse não.

Naquela hora eu disse: Então não justifica estarmos juntos.

E assim terminamos, depois de muita luta, e as pessoas começaram a ficar sabendo de nossa separação, eu nem sei como meus vizinhos ficaram sabendo, vizinhos que ela não tinha muito contato por exemplo e eu não falei.

E algumas mulheres começaram a me acusar:

Ela não arrumava a casa porque você não dava atenção.

Ela não gostava de sexo porque você não dava carinho.

Ela mentia para você porque ela não confiava mais em você. Esta foi a primeira acusação, e eu disse: Sério? E quando ela confiou? Porque a vida toda ela mentiu, o problema dela não é comigo, é falta de perdoar mãe e pai que ela carrega desde então.

Naquela ora eu refleti sobre o que destruiu nosso casamento e eu levei 9 anos para entender o que era.

Ela sentia falta de uma presença feminina que era a mãe que abandonou ela, e segundo se conta a mãe dela ficavam com homens por interesse e largavam eles logo, então eu entendi: Ela repetia os passos da mãe, odiando homens, e odiando o pai porque o pai dava tudo para as filhas das mulheres que ela arrumava e não dava nada para ela e por isso ela sempre me viu apenas como um banco sempre.

Inclusive para a pessoa que me acusou de não dar carinho eu nem me defendi, mas falei: Nunca vi um banco dar carinho para cliente, pois ela só me vê como banco, só me chama para conversar e a conversa que ela tem comigo é só sobre dinheiro ou termina no quanto eu tenho que gastar, ela conversava qualquer assunto com qualquer pessoa, mas comigo, sempre terminava que o fim eu tinha que tirar dinheiro do bolso e comprar alguma coisa ou viajar ou isso ou aquilo.

Embora eu vivi 9 anos, infeliz, buscando dá atenção, amor e ainda ser responsável com a casa, o termino do casamento me consumiu e até o presente momento tem me consumido, embora agora eu consigo trabalhar, pois eu não estava conseguindo antes, pois eu não podia olhar para minha esposa, estava em depressão, eu estava chorando sempre que alguém falava de algum casamento para mim, quer a pessoa me contava coisa boa ou ruim eu chorava, pois lembrava do meu e não via nada de bom.

Lembro-me de um amigo que ficou 4 (quatro) dias na minha casa, eu falei para ele: Por favor me diga qual a qualidade de minha esposa, analise estes 4 dias e me diga, pois eu estou mais de ano procurando e não acho uma qualidade na qual seja benéfica para mim, independente de você falar que não existe ou que existe eu não irei largar dela por isso, terminou os 4 dias ele não falou nada e de fato não larguei por causa disso, mas por ela dizer que não quer lutar.

A dor é grande, doí mais do que quando eu perdi minha mãe, embora quando perdi minha mãe eu fiquei uma semana rodeado de amigos, que eu creio que foi a causa de não me sentir tão triste e sempre que começo a ficar triste, eu lembro como meus amigos me apararam e me deram atenção ai esqueço a tristeza, mas na separação é diferente, ninguém vem, até quem recomendava você separa, começa falar que você está errado sem saber a causa e começa a dizer para você voltar.

Embora o sofrimento é grande, a ponto que eu não sei se vou conseguir suportar, eu estou disposto a suportar até o fim, pois eu sei que este sofrimento acaba, mas se eu ficar com ela, não sei se acaba um dia.

Eu desejo muitas vezes voltar porque o sofrimento era constante, mas era menor, agora o sofrimento é esporádico, mas é muito maior, mas eu coloquei no meu coração, só volto se ela reconhecer os erros dela, porque eu chamava ela para conversar, ela sempre era a certa, e boa esposa na visão dela. Ela sempre se considerou perfeita.

E diante de todas acusações que pesaram contra mim que ela falou para X ou Y, porque para mim ela nunca falou nada, todas as vezes que conversava nunca mostrou um defeito, eu reconheci minhas falhas, e pedi perdão, diversas vezes e ela nunca se manifestou, até o dia que eu disse que seria a última vez que pediria perdão, e que aquilo não era um pedido para voltar, mas que desejava a felicidade dela, foi quando ela disse que o coração estava muito ferido, eu disse que infelizmente eu podia só orar por ela e pedir perdão o que eu já fiz, e agora desejar a felicidade dela e que ela encontre a felicidade que deseja, porque não tenho poder de sarar o coração dela.

Conta-se que ela quer voltar, mas espera que eu a chame e eu não irei chamar, pois ter ela em casa para ela continuar sendo a mesma pessoa? Eu estou esperando que ela reconheça que ela foi, assim eu poderei voltar, enquanto isso, eu espero conseguir ficar vivo diante de tanta dor, é como se eu tivesse sangrando.

Então, diante da dor que sinto, eu diria: Não separe.

Hoje eu entendo porque Deus odeia o divórcio, estou sentindo na pele pelo menos parte do motivo, o sofrimento é grande e creio que ela está sofrendo, embora ela via eu chorar no começo e zombava de mim e depois passou a ver eu bem, começou a me maltratar, até que agora eu não choro mais na frente dela (embora hoje chorei, chorei porque minha filha foi para passar uma semana na casa dela). Minha filha traz cor aos meus dias, a guarda de minha filha ficou comigo, pois ela mesmo concordou que seria melhor ficar comigo.

Que Deus possa consolar nossos corações!

Não Aguento mais meu marido/minha esposa

  • Posted on junho 15, 2019 at 04:10

Este pensamento de separação ronda muitos lugares e estamos vivendo na era do descartável, frauda descartável, papel toalha descartável e os relacionamentos tem se tornado descartáveis.

Eu quero contar uma experiência que pode te ajudar a melhorar seu relacionamento.

Antes faça uma reflexão: Qual a diferença entre você e Deus? Pouca ou infinita? Um abismo separa vocês por tantas diferenças certo?

Antes de continuar na reflexão contarei minha experiência, quando eu ia casar meus parentes, amigos, coletas, parentes da minha esposa, amigos dela etc. Todos diziam que nós não iriamos durar uma semana, se durasse muito de 1 a 2 meses.

Na próxima segunda feira iremos fazer 8 anos de casados se Deus assim permitir.

Se pensamos em divórcio? Muitas e muitas vezes. Chegamos a esta decisão.

Uma vez estava em um curso e minha esposa queria que eu simplesmente largasse tudo e fosse até ela, motivo? Sem motivo. Ela queria atenção enquanto eu estava fazendo o curso.

Bom, chegando em casa ela estressada eu também, decidimos nos separar, era um sábado, então conversamos e estávamos decididos a separar.

Porém combinamos que ela ficaria até a próxima semana na cidade para que pudéssemos fazer um exame de gravidez para eu saber se ela poderia está indo embora da cidade carregando um(a) possível filho(a).

E assim foi, na segunda feira a primeira coisa que fizemos foi ir fazer o exame, eu esperava negativo, uma vez que minha esposa não podia engravidar e além de que dificilmente eu podia engravidar uma mulher.

Para minha surpresa o teste deu positivo, minha esposa estava grávida, eu fiquei triste, queria chorar, mas não queria transparecer tristeza por ela ir embora, até porque eu estava só pensando: Pocha ela vai embora, para 1600 km de distância. Pelas atuais circunstancia da época eu não tenha condições de ir ver meu filho/minha filha. E agora? Como isso vai ser? Triste demais, pois não conseguia aceitar a ideia de ter um(a) filho(a) e não poder ver.

Então minha esposa me fez a pergunta: Você quer que eu fique?
Eu respondia: Nunca quis que você fosse embora.
Ela disse: Então eu fico.

No meio da gravidez minha esposa foi embora, o motivo? Porque eu disse que não iria buscar ela naquele dia no serviço.

Ela foi, fiquei triste, pensando: Agora ela foi, o que será de minha vida, esta altura eu já sabia que era uma menina, que aprendi amar mesmo antes de nascer. No começo eu comecei fazer carinho na barriga de minha esposa para não deixar a minha esposa triste e não passar para minha filha a tristeza. Eu achava aquilo uma babaquice conversar com uma criança que não nasceu ainda, mas eu estava lá, tudo para minha esposa não ficar triste e minha filha não ficar triste também.

Depois de um tempo eu já fazia por prazer, minha filha sempre me respondia sempre que eu tocava na barriga de minha esposa, era legal, gostava daquilo, uma conexão que criamos desde então.

Minha filha para nascer minha esposa foi embora, no meio do caminho ela se arrepende e me liga, eu estava conformado que tinha acabado, pouco importei com o que ela iria fazer naquele momento, só importava com eu ira viver longe de minha filha. Então minha esposa pediu para eu ir buscá-la, eu fui.

Chegando lá eu não falei nada para ela, só perguntei se ela estava bem, fomos dormi na casa dos novos amigos (acabou virando amigos, pois com o tempo nos mudamos para aquela cidade), ela me pediu desculpas, eu disse tudo bem.

Voltamos para casa no outro dia cedo, ela preocupada pois eu nada falava, tornou a me pedir desculpas, eu tornei a dá a mesma resposta: Tudo bem.

E nunca falei nada para ela sobre isso até hoje.

Depois disso nosso relacionamento melhorou um pouco por um período de tempo.

Climas de separação quase diário, mas existia momentos bem desafiadores.

Quando chegava em determinado estágio eu chegava aos pés de Deus em oração e dizia: Senhor, cuida do meu casamento, eu não sei como proceder e não sei o que fazer para minha esposa não ir embora ou voltar. Foram diversas vezes.

Eu fiz um compromisso comigo que lutaria pelo meu casamento a qualquer custo, que jamais separaria de minha esposa, custe o que custar. Se eu nunca pensei em separar? Incontáveis vezes.

Mas agora com uma filha sempre que pensava em separar ainda pensava: E as consequências de minha filha viver sem pai ou sem mãe, guarda compartilhada? Não. Eu não conseguiria pensar em viver longe de minha filha, a qual se tornou minha professora, ensinando mais sobre a vida e como é simples ser feliz.

Mas algumas vezes mesmo pensando nas consequências da filha de viver sem a mãe (porque eu não estava disposto e nem estou a viver longe da minha filha), eu ainda pensei em separação, claro que minha esposa também de igual forma.

Eu estou contando a minha parte então pode parecer que eu sou um santo, mas não sou. Alguns dias atrás eu estava fazendo uma análise de como eu sou com minha esposa, e se eu tivesse no lugar dela, eu conclui que no lugar dela eu jamais pensaria em separação, eu pensaria em assassinato, mas separação eu não teria tempo. É só minha esposa para me aguentar mesmo, desde que fiz esta análise comecei a me comportar diferente.

Mas você lembra quando eu falei sobre a diferença tua comparado com Deus?
A santidade de Deus e a sua?
A misericórdia de Deus e a sua?
O amor de Deus e o seu?

Olha eu tenho certeza que há um abismo que separa nós de Deus em tamanha diferença.

A pergunta então que fica com isso é: Se somos tão diferentes de Deus, e queremos viver uma eternidade ao lado dele, como vamos suportar tamanhas diferenças se não suportamos ao nosso cônjuge (Marido ou esposa)?

Acaba sendo questão de amor própria se eu não consigo suportar minha própria esposa que me ama, que vive comigo, que sabe meus defeitos e tolera a maioria (ou todos dependendo o ângulo de visão). Como eu posso viver no céu uma eternidade com Deus e com tantas outras pessoas que tem muitas outras diferenças que eu não suportaria?

Após refletir nisso para mim é questão de amor próprio continuar casado, é questão de amar a Deus o cuidar da minha família a qual ele confiou para que eu cuidasse e melhorasse meus caminhos através da vida dela.

E assim Deus tem dado graça e estamos crescendo juntos, andando juntos, simplesmente a graça e a misericórdia de Deus em nossa vida para vivermos tanto tempo juntos. Sim este casal que não passaria de 2 meses juntos.

Deus é bom!
Descansa nele, se não sabe como agir, ore e deixa ele agira.

Eu já ouvi muito a frase descanse no Senhor, não faça nada, espera ele agir. E eu não entendia, mas no meu casamento eu entendi o que era não fazer nada, é exatamente não fazer nada além de orar e Deus agiu em todas as vezes a favor de minha família.

Deus é o criador da família, então ninguém mais do que ele interessado que a família perdure para sempre. Precisamos apenas entregar nossos caminhos nas mãos de Deus que ele cuida de nós.

Submissão não é escravidão!

  • Posted on novembro 16, 2017 at 10:21

Submissão não é ser escrava(o).

Submissão não é acatar ordens.

Submissão é ter a mesma missão, o mesmo objetivo que a outra pessoa.

Se duas pessoas tem missão/objetivos diferentes, então eles não podem andarem jutos, porque um vai querer ir para um lado e o outro para outro lado.

Não tem a mesma missão que a outra pessoa? Não case!

 

Quando marido/mulher ama mais os filhos do que o cônjuge.

  • Posted on novembro 15, 2017 at 22:31

Recentemente alguém disse a minha esposa que eu amava mais minha filha do que a minha própria esposa, que isso era nítido, sei que não disse por mal, mas gerou alguns ciumes dela com minha filha, ou melhor, com a nossa filha.

Bom, ensinado e aprendi que devo amanhã mais minha esposa que meus filhos, sempre procurei colocar isso em prática.

Mas vamos a alguns fatos e a uma observação.
Amar é diferente de gostar, você pode amar quem você não gosta. Como assim? Fatos:

Jesus disse: Amai os vossos inimigos e orar pelos que perseguem.

Como amar um inimigo? Inimigo é alguém que só procura te fazer mal.
Orar por quem nos persegue? Quem nos persegue são pessoas indesejadas.

Então sim, é possível amar e não gostar da pessoa, Jesus não iria pedir algo impossível.

Veja uma mãe que ama o filho independente do que ele faz, porquê? Porque amar é uma decisão, você ama a pessoa e não as obras delas, as obras bem da questão de gostar.

Minha esposa veio falar comigo o que esta pessoa falou, eu tive que da uma resposta, não poderia deixar isso sem resposta, pois não acho que é coisa para alguém dizer para outra pessoa. Sabe o que é interessante? Indagada esta pessoa falou que amava mais os filhos do que o marido.

Vamos ao que expressei:

Jesus tinha 12 discípulos desses 3 eram mais chegados e 1 deles até dormia no peito de Jesus.

Ora Jesus amava mais os 3? Amava mais a João? Tenho por mim que Jesus ama a todos iguais, não há nada que possamos fazer para Jesus nos amar mais, não há nada que possamos fazer para ele nos amar menos, ele chegou a dar a vida dele para que toda a humanidade seja salva, poderia citar muitas passagens, mas ficamos apenas com João 3.16 que é bem conhecida. A questão é quem aceita esta salvação? A resposta poderia ser todos, mas nem todos aceitam a graça, eles querem pagar por algo que foi dado de graça, isso significa que podemos pecar? Ora se você se acha no direito de sair pecado porque a salvação é de graça, posso afirmar você não é um cristão, um cristão quer dizer: um pequeno Cristo, Cristo andou pecando? Poderia continuar este assunto, mas não é o foco no momento.

Considerando que você foi convencido que Jesus ama a todos igualmente que deu a vida por toda a humanidade, então porque em alguns momentos alguns discípulos eram escolhidos para estarem mais próximos? Simples, você não tem momentos que só os mais íntimos participa? Hora se estes eram os que mais ficavam próximos de Jesus eram porque eles tinha iniciativas de se aproximarem mais, logo eles recebem mais.

Então sabendo que é possível amar alguém que não gostamos, e que o gostar aproxima as pessoas, vamos agora para a minha responsabilidade de pai.

Meu dever amar minha filha, não há nada que ela possa fazer que me faça não gostar dela ou deixar de amar, não há nada que ela possa fazer para eu desejar não ser pai dela.
Se ela faz algo errado é minha responsabilidade corrigi-la, ela sempre aprende algo errado ao se juntar com as amiguinhas dela, é minha obrigação corrigi-la, e assim faço, se ela fizer algo desagradável eu tenho que ensinar, então isso não pode fazer eu deixar de gostar dela, mas por outro lado quando ela aprendi ou faz algo bom isso sim me agrada, me agrada o progresso dela.
Se ela for uma má pessoa, sou o responsável, então para deixar de amar minha filha eu preciso me condenar primeiro por não ter dado uma boa educação a minha filha. E ela é um doce de pessoa, então ela só pode me agradar.

Vamos a a parte de minha esposa, mas antes uma pergunta: Qual o casamento perfeito? Você conhece algum casal que concorde com tudo? Então um deles não tem vida própria se concordam com tudo, o casamento é feito por duas pessoas e uma hora ou outra eles discordam de algo, podem chegar em um acordo no final, mas pensarem o mesmo em tudo?

Com esta introdução sobre casamento perfeito o meu também tem seus problemas, desacordos, 6 anos (considerando que estou escrevendo isso em 2017), foram 6 anos que discordamos muitos, tivemos muitos problemas, muitos dias difíceis, quase nos separamos por diversos motivos, mas eu sempre corri atrás de deixar este casamento firme, mesmo quando o erro não era meu.

Certa vez após um feriado prolongado de 4 dias, nos quais foram excelente, tivemos dias muito bons, foi bem bacana aqueles dias, após isso na segunda feira eu saí para trabalhar, despedi de minha esposa e de minha filha, as beijei e fui trabalhar, tudo estava certo, nada errado.
Quando chego em casa, um bilhete, minha esposa resolveu ir visitar a avó, ela não me contou, sabia que eu jamais concordaria com isso pelas condições financeira que estávamos, estávamos saindo do negativo, aliás, tinhas acabado de sair do negativo, e começando a reconstruir uma nova vida em uma nova cidade, estamos tendo que comprar todos os móveis novamente, pois tínhamos acabado de nos mudar, e estamos fazendo isso por parte, sempre pagando a vista a medida que o dinheiro entrava, pois estava cansado de todo mês pagar tanto juros para o banco, foi sempre assim desde o dia que casamos até aquele tempo, sempre pagando juros aos bancos, nos teríamos uma vida melhor se todo o juro pago ao banco não tivesse precisado disso, eu estimo que teríamos comprado uma casa com tanto juros.
Bom minha esposa foi, fez a viagem, sacou dinheiro do limite, depois tive que usar o cartão de crédito para ir buscá-la, tive que pedir uma semana de folga no emprego que eu acabará de entrar, nem tinha completado 2 meses, fui buscá-la. Não tive como pagar, nome dela foi para o Serasa por 3 meses, fiz um acordo, levei 1 ano para pagar. E um pouco mais de um ano para conseguir começar a comprar as coisas a vista.
Isso não é algo desagradável?
Pois é isso pode diminuir o quanto gosto dela, mas não meu amor por ela.
Minha filha não fez nada parecido, minha esposa fez e estamos casados.
Como alguém pode avaliar o quanto amo minha esposa?
Eu teria muitas histórias para contar, mas não é o foco.
Para mim isso é amor, continuo com minha esposa independente disso ou daquilo, estamos juntos e é com ela que quero está todos os dias de minha vida, já a minha filha eu a amo também, a amo o suficiente também para querer que ela cresça e tenha a família dela (espero que ela cozinhe bem como a mãe, pois quero comer muitas vezes na casa dela rsrs).

Portamos devemos amar nosso cônjuge e amar nosso filhos, são amores diferentes!

De quanto sexo o casamento precisa ?

  • Posted on novembro 5, 2015 at 12:54
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Este é um conflito que surge em quase todos os relacionamentos que duram mais de dois anos. Causa tensão, brigas, e sentimentos feridos. Muitas vezes, ambos os parceiros se sentem incompreendidos e frustrados.
Independente do seu nível de satisfação, a maioria dos casais acabará por ter algum conflito em relação ao sexo. Uma pesquisa mostra que uma das questões mais comuns entre os casais gira em torno da frequência sexual ou quantas vezes o casal está envolvido em intimidade sexual. De maneira estereotipada isso envolve um parceiro masculino buscando maior frequência do que o seu homólogo feminino, mas nem sempre é o caso. Independente disso, as expectativas não satisfeitas no quarto podem avançar e causar problemas de comunicação, gerar falta de conexão emocional e instabilidade geral no relacionamento.
Então, como se pode combater esse efeito negativo? Qual é a quantidade certa de sexo? Aqui estão alguns pensamentos gerais para ajudar aos casais a certificarem-se de que este problema não está prejudicando as outras partes de seu relacionamento.
Qual deve ser a frequência sexual de um casal?
A resposta correta a esta pergunta é que não existe uma “quantidade certa”. Cada casal é diferente e, mais importante, cada um pode ter alteradas suas circunstâncias de vida devido à doença, carreiras e crianças (entre muitas outras coisas) que irão interferir em seu desejo sexual e disponibilidade. Pode haver momentos na vida de um casal em que a intimidade sexual seja perfeitamente possível a cada dia, e outras vezes uma impossibilidade logística.
A pesquisa mostra que um casal “médio” geralmente tem relações sexuais cerca de 2 a 3 vezes por semana. No entanto, se você está preocupado por estar na média, gostaria de incentivá-lo a pensar sobre sua intimidade ao longo de várias semanas ou mesmo vários meses. Cada casal terá boas e más semanas em termos de frequência íntima, já que não existe um número mágico que os casais precisam alcançar para serem “saudáveis”.
Como evitar o conflito sobre a intimidade sexual?
Para o parceiro que quer mais:
Entenda que a intimidade é uma rua de mão dupla. Sexo, obviamente, envolve duas pessoas. É muito claro, a partir de pesquisas, que o sexo é mais gratificante, agradável e satisfatório se ambos os parceiros desejam a intimidade. Se você é o parceiro que quer ter relações sexuais com mais regularidade, perceba que fazer sexo todos os dias pode não ser a experiência agradável que você acha que vai ser se o desejo do seu parceiro não corresponde ao seu. Aceite de boa vontade postergar a intimidade se o seu cônjuge não está de bom humor e evite tomar isso como uma rejeição pessoal.
Para o parceiro querendo menos:
Entenda que sua cara metade está provavelmente buscando proximidade e não apenas gratificação física. Muitas vezes, a pessoa que quer menos sexo vê seu parceiro como obcecado e excessivamente centrado no elemento físico do relacionamento e que isso é tudo com que o outro se preocupa. É importante para a pessoa que deseja menos sexo perceber que as tentativas de envolvimento sexual são bons sinais de uma relação saudável e muitas vezes provenientes de um desejo tanto de conexão física quanto emocional. Em nosso mundo moderno há uma abundância de alternativas a que as pessoas podem recorrer (online ou não) se estiverem apenas buscando a gratificação pessoal. As tentativas de proximidade íntima do seu parceiro provavelmente provêm do amor e desejo de proximidade com você. Trate tais tentativas dentro dessa perspectiva e tenha cuidado sobre o quanto a sua reação pode ser excessivamente negativa ou fazer seu parceiro se sentir rejeitado.
Para ambos os parceiros:
Conversem sem tabus. Mesmo entre os casais que têm tido intimidade sexual por muitos anos, este pode ser um tema tabu. A fim de se envolver em uma comunicação saudável, é vital que cada casal aborde as questões relacionadas de maneira aberta. Se um dos parceiros quer mais intimidade e o outro não, tentem postergar para um momento mais oportuno e deixe o seu parceiro que não está no clima explicar claramente o porquê.
Embora possa não parecer romântico, agendar a intimidade pode ser uma coisa muito prática e útil para muitos casais (especialmente aqueles com as crianças). Agende para o dia seguinte e, em seguida, passem o dia flertando e provocando um ao outro. Torne o sexo algo que o outro deseje ter também. Outra opção pode ser a de se revezarem na “carga” de planejar e iniciar a intimidade. Acima de tudo, conversem sobre intimidade e sexo.
Estas dicas podem ajudar muitos casais a evitarem o conflito em relação à frequência sexual, mas é improvável que ajude em questões maiores e mais conflituosas que alguns casais podem estar passando.
Este artigo foi publicado originalmente no site Relate Institute, republicado no http://amofamilia.com.br/ com permissão, traduzido e adaptado por Stael F. Pedrosa Metzger e copilado para este.

As 5 linguagens do amor

  • Posted on outubro 28, 2015 at 16:35

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. (…) O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. (…)Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (…) Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor” (1 Corínti
os 13:1,4,7,13).

Provavelmente, esse texto que o apóstolo Paulo escreveu à igreja de Corinto, seja o que melhor define o amor. Amor é aquele sentimento que faz duas pessoas se sentirem bem juntas, dividirem sonhos e caminharem na mesma direção. O amor supera qualquer barreira e dificuldade, porém, muitos casais que se amam, acabam sofrendo por não conseguirem entender um ao outro.  

Diante disso, o autor Gary Chapman mostra em seu livro “As cinco linguagens do amor“, a razão que faz as pessoas ficarem tão insatisfeitas em seus relacionamentos (mesmo se amando). Ele explica que as pessoas falam linguagens “afetivas” diferentes, assim como acontece nos idiomas. Ou seja: todos nós somos diferentes na forma de demonstrar amor e em como queremos ser amado(a)s; e para que haja uma harmonia, é preciso identificar qual a nossa “linguagem do amor” e a do outro.

Todos nós somos como “vasos vazios” que precisam ser preenchidos com amor, porém, nem sempre isso acontece, pois a forma com que recebemos amor é diferente. Então, ao descobrir a sua linguagem de amor e a do seu(sua) parceiro(a), será possível, você expressar amor da maneira com que ele(a) se sinta amado(a), e também, fazê-lo(a) entender como você quer receber amor.

Talvez você seja uma pessoa que se sente amada quando seu(sua) parceiro(a) diz palavras carinhosas, mas ele(a) nem deve saber disso, por isso ele(a) demonstra amor ajudando você em tarefas do dia a dia, por exemplo. Essa é uma atitude boa, mas você continuará insatisfeito(a), com seu “vaso vazio”, até que ele(a) descubra a sua linguagem do amor.

Você já sabe qual a sua linguagem do amor? E a linguagem de quem você ama? Veja abaixo quais são as cinco linguagens do amor: (Se possível, leia junto com seu(sua) companheiro(a):

1) PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO

São palavras carinhosas, que demonstram atenção, consideração e cuidado com a pessoa amada. Por exemplo: Elogios verbais: “O jantar estava ótimo!“; Afirmações: “Essa roupa ficou linda em você!“; e Incentivos: “Fique tranquilo(a), vai dar tudo certo“.

2) QUALIDADE DE TEMPO 

É quando se dedica um tempo exclusivo, ainda que pequeno, sem interrupções. Conversas de qualidade, um passeio na praça, um café em um lugar diferente ou até mesmo assistir um filme no sofá de casa. Na verdade, não importa muito o que se faz, e sim com quem se faz. 

3) PRESENTES
O que menos importa é o valor financeiro. Você pode colher uma flor, comprar uma pizza, dar uma caixa de bombons etc. Para a pessoa que se sente amada nessa linguagem, estes simples gestos significam: “Ele(a) se lembrou de mim – pensou em mim“.

4) GESTOS DE SERVIÇO
Nesta linguagem, o que você faz fala mais alto. Lavar a louça do jantar vale mais do que aquela caixa de bombons finos que você comprou para ele(a); consertar a fechadura é mais importante do que levá-lo(a) ao cinema; levar o lixo para fora é mais relevante do que gravar músicas românticas.

5) TOQUE FÍSICO
O importante é saber quando, como e onde tocar a pessoa. Exemplos: dar beijos em momentos que ele(a) não espera; colocar a mão em seu ombro em uma situação difícil; abraçá-lo(a) de forma aconchegante quando ele(a) sentir medo ou insegurança.

Eu sei que muitas pessoas dirão: “Ah, eu tenho todas estas 5 linguagens do amor!” Mas é importante você identificar com seu(a) parceiro(a) qual a linguagem principal de cada um. Pois, ainda que você diga “eu te amo” em todas as linguagens, ele(a) continuará sentindo falta de algo. Use a linguagem correta e se aperfeiçoe a cada dia, ao colocá-las em prática. Você verá que seu relacionamento será bem mais saudável e o coração de vocês terá espaço apenas para o amor!

Fonte: http://www.mazetti.com.br/as-5-linguagens-do-amor/

Casar virgem? Silvio Santos dá alguns dos motivos para tal prática.

  • Posted on março 3, 2015 at 20:39

UFC Família | Entrando em Combate pela Família Estendida

  • Posted on maio 25, 2014 at 20:28

Fonte: http://www.chacaraprimavera.org.br/serie-de-palestras/ufc-familia/entrando-em-combate-pela-familia-estendida-dp1

A melhor pessoa

  • Posted on dezembro 17, 2013 at 13:06

Quando a gente ama alguém mesmo que apareça outra pessoa melhor ou mais bonita, escolhemos ficar com a pessoa amada. Amar é isso, está com a pessoa que amamos independente das circunstâncias.

A traição como lição!

  • Posted on setembro 6, 2012 at 22:44

O que podemos aprender com a traição?

Um rapaz diz a uma moça ser uma pessoa, porém, depois, descobri-se que ele não era nada daquilo que dizia ser. Uma jovem conta um segredo para uma amiga, e esta por sua vez espalha para o bairro inteiro. Um pai de família aparentemente exemplar… mas na verdade ele é adúltero.

Você provavelmente conhece estes exemplos. Se você é um personagem dessas histórias, como se sentiu ante a tais situações? Ou melhor, como reagiu ao descobrir que foi traído?

Na condição de seres humanos, geralmente queremos tirar satisfações, isto quando não partimos para a agressão física contra o traidor. A dor da traição é uma mistura de emoções tais como mágoa, rancor, falta de confiança e, em alguns casos, até perda do amor próprio.

É interessante notar que a traição é uma arma contra nós, disponível apenas nas mãos de quem tanto amamos. Nossos inimigos não a possuem uma vez que já são inimigos. Outro detalhe está no verbo “trair”. Você não diz “estou sendo traído” porque na verdade você já foi traído.

Mas a questão é como você pode sobreviver a essa situação, ou melhor, a essa lição? Sim, pois da traição podemos aprender com Jesus que foi traído por Judas (Mt 26.47-50). Jesus poderia muito bem agir com o seu discípulo da forma como agiríamos nessas mesmas circunstâncias. Entretanto, não foi assim. O Mestre quebrou paradigmas. Em Jesus habitava o amor e a palavra de Deus, o Pai. Por isso, mesmo sabendo que seria traído, Ele continuou amando Judas como se ainda fosse seu amigo.

Ora, você pode me perguntar se em nós cristãos não há também o amor e a Palavra de Deus. Sim, esta verdade está em nós desde que o nosso coração esteja limpo e pronto a perdoar. Quando isto acontece, podemos agir da mesma forma que Jesus. É necessário buscarmos de Deus o perdão constante, e o amor incondicional para com aqueles que nos magoam. Do contrário, que proveito teremos se não praticarmos a lição que o Senhor nos ensinou? Pense nisso!

Fonte: http://estudoscristaos.com/2008/07/traio-como-lio.html

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